Grupo de Intervenção Rápida funciona? O que fazem afinal?

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Grupo de Intervenção Rápida funciona? O que fazem afinal?
Grupo de Intervenção Rápida funciona? O que fazem afinal?

O grupo foi criado em 2001 pelo então diretor do Centro de Detenção Provisória de Sorocaba, Dr. Márcio Coutinho.

Em 2004, a Resolução SAP-69, datada de 20 de maio, instituiu, nas unidades prisionais da Secretaria da Administração Penitenciária, o “Grupo de Intervenção Rápida” (GIR) e a “Célula de Intervenção Rápida” (CIR).

Destinado a atuar nos estabelecimentos prisionais do estado, os seus integrantes são pré-selecionados e passam por treinamentos semelhante aos das forças especiais da polícia, embora voltado para as ações/cenários de atuação a que são vocacionados. Tem como função atuar em motins, rebeliões ou em apoio aos demais agentes prisionais em revistas a presídios.

Com a colaboração da Escola de Administração Penitenciária, ao longo de sua história o grupo tem participado de treinamentos e cursos especializados tais como:

  • “Entradas Explosivas e Táticas”, “Combate em Ambiente Fechado” e “Resgate de Reféns de Alto Risco” (TEES Brazil, Curitiba);
  • “Gerenciamento de Crises e Negociação” (Polícia Militar do Estado de São Paulo); e
  • “Explosivos não convencionais” (Indústria de Material Bélico do Brasil)

Ao longo de sua existência o grupo teve atuação destacada, por exemplo, no controle de rebeliões e fugas na antiga Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor, no estado de São Paulo.

A partir de 2007 o seu papel vem sendo redimensionado no sentido de expandir a sua atuação também ao combate do crime organizado no interior das unidades prisionais do estado.

Mais recentemente, a Resolução SAP-155, de 19 de junho de 2009 reeditou, com alterações, a Resolução SAP-69 de 2004

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