Política nacional de valorização do operador de segurança pública que atua na fronteira

A SENASP está realizando sobre a realidade vivenciada pelo operador de segurança pública que atua na faixa de fronteira. O propósito consiste em subsidiar a elaboração de um Plano Nacional de Política de Pessoal com vistas à valorização profissional dos servidores de segurança pública que atuam nos onze Estados da fronteira brasileira.

A presença de operadores de segurança pública nessa faixa do território nacional tem sido um grande desafio à segurança pública brasileira, sendo imprescindível que se volte a atenção para o profissional, operador de segurança pública, lotado nas fronteiras e responsável por implementar diretamente as ações previstas pela Estratégia Nacional. Trata-se de uma proposta com foco no fomento da permanência do profissional na região de fronteira, em melhores condições de trabalho e na promoção de maior eficácia das ações de segurança pública nestes locais.

Para acessar a pesquisa clique no link abaixo ou cole no seu navegador
https://pt.surveymonkey.com/s/pesquisa_senasp_servidores_de_fronteira

 A pesquisa ficará disponível para acesso e resposta até o dia 31 de dezembro de 2012.

Fonte: MJ

Santa Catarina é o sétimo estado a aderir ao programa federal Crack, é Possível Vencer e recebe R$ 56 milhões.

O estado de Santa Catarina e a prefeitura de Florianópolis assinam, no dia 05 de Julho, otermo de cooperação para aderirem ao programa federal Crack, é Possível Vencer. O objetivo é aumentar a oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários drogas, enfrentar o tráfico e as organizações criminosas e ampliar atividades de prevenção. Serão investidos em Santa Catarina R$ 56,4 milhões até 2014.

Santa Catarina é o sétimo estado a aderir ao programa lançado pela presidenta Dilma Rousseff em dezembro de 2011. Pernambuco, Alagoas, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Acre já assinaram termo de cooperação.

O programa Crack, é possível vencer prevê, no total, R$ 4 bilhões em recursos federais e conta com ações dos ministérios da Justiça, da Saúde e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, além da Casa Civil e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Leia a notícia completa no site do Ministério da Justiça.

Pms de Santa Catarina e a Greve psicólogica. “Não fazem greve, mas param o Estado”

Com uma declaração forte sobre a questão salarial da categoria, pirncipalmente dos praças das corporações, o presidente da Associação dos Oficiais da Polícia Militar e Bombeiro Militar, coronel Fred Harry Schauffert, considerou, nesta sexta-feira, que: “Ao Militar é proibida a greve. Desta forma, não podemos parar. Por outro lado, podemos parar o Estado”.

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Estudo de Casos: Resultado de negociações salariais na polícia sem finais trágicos

Já ouvi comentários incoerente de pessoas inteligentes como  “…o problema da polícia foi deixar a política entrar..”  Porém este comentário soa muito estranho, já que a classe policial se comparada as demais, é no geral,  a mais politizadas que existe. Tanto é, que nos sentimos muito a vontade para falar de ideologia , partidos, candidatos etc. No entanto precisamos aprender melhor como falar.

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